Os 4 riscos do Excel em cálculos jurídicos
- Índices desatualizados: IPCA-E, Selic, TR e IGP-M mudam todo mês. Baixar do tribunal ou do IBGE e colar manualmente é trabalhoso e propenso a esquecimento — um índice vencido invalida o cálculo.
- Erros silenciosos de fórmula: uma referência arrastada para a célula errada, um sinal trocado ou uma data fora do intervalo comprometem o resultado sem qualquer alerta. Em reflexos (DSR, 13º, férias, aviso), o erro se propaga.
- Sem memória de cálculo padronizada: o juízo espera um demonstrativo com índices, fatores acumulados, juros e fundamentação. Montar isso à mão consome tempo e pode ser exigido refazer.
- Sem auditoria e colaboração: versões duplicadas por e-mail, sem histórico de quem alterou o quê, dificultam revisão e geram divergências entre advogado, perito e contador.